A igreja tem sido uma esponja sugando os valores do
mundo. Se a nossa cultura é equivocada em sua compreensão de Deus, então será
equivocada em sua compreensão de pessoas que são feitas à sua imagem. E isso,
na verdade, é o que estamos testemunhando nos pressupostos sobre a natureza
humana que são feitos rotineiramente e que são abraçados pela igreja.
Por exemplo, somos moralmente bons. O ar que
respiramos em nossa cultura, diz que o mal não existe dentro de nós - ele
existe fora de nós. O impulso por trás disto começou com a crença do século XIX
que nós poderíamos encontrar a inocência humana e a beleza moral inata nas pessoas
que não foi corrompida pela civilização, como as crianças. A criança, de acordo
com Schlegel, é "o espelho claro no
qual contemplarmos os segredos do amor divino".
Isso soa familiar? Você já ouviu falar da "criança
interior"? Pensa-se ser a essência inocente que existe dentro de
todos nós.
Agora, fale da corrupção e depravação total da
humanidade caída e grande parte dos que se dizem cristãos ficarão do lado de
Schlegel e não da Bíblia. Defenderão com paixão a mente de Schlegel em
detrimento da mente de Deus.
Soli Deo Gloria!!



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